Sono un centravanti di mestiere Oggi bisogna vincere Da tre giornate non segno perché mi si è ristretta la porta Succede a tutti, e succede sempre: quando non gira, non gira niente.
Sono un centravanti di mestiere è la mezz’ora e non ho visto una palla decente Ma non mi arrendo, perché non sto giocando per i soldi e per la stampa Ma per la maglia e per la curva che ancora canta e non si stanca.
Sono un centravanti di mestiere La difesa avversaria mira alle caviglie Quando sei un pericolo ti prende le misure, e raddoppia le marcature Perché quando vuoi far bene ci si mettono in tanti a non farti andare avanti.
Fine primo tempo.
Nello spogliatoio il mister è sul filo del rasoio, la panchina è a rischio, ci dice: ”Dobbiamo lottare tutti insieme i problemi non si risolvono da soli!” Ma lo so che a me sta chiedendo la differenza Perché soltanto il gol vale la mia presenza.
Sono un centravanti di mestiere è la ripresa e non si sfonda, spalle girate e gioco di sponda Come la vita: non l’ho ancora capita, ma sono entrato in partita; Ho provato a spostarmi a destra e non cambia niente, a sinistra uguale
Gioco sul filo del fuorigioco C’è una voce nella testa che mi dice: alla prima buttati. Cazzo: ammonito, simulazione, adesso l’arbitro non mi crede più. Tensione, andiamo in difficoltà,
Perchè per questa mia furbata ci rimettiamo tutti quanti, Allora torno a centrocampo a prendermi i palloni, Dò una mano alla difesa, in tribuna iniziano a fischiare, Che cazzo ne sanno loro che mi dicono di andare a lavorare (andate a lavorare).
Sono un centravanti di mestiere siamo alla fine ma l’orgoglio mi sorregge perché il mio spirito è di Dio ma il mio culo è solo mio. E sono un centravanti di mestiere 91esimo c’è una mischia, so già dove andare
Alegria na tristeza, isso é possível? Seria possível um ser chorar de alegria e orgulho ao presenciar o fim de um sonho? Seria possível presenciar a derrota e falar pra si mesmo: “foi bom mesmo assim”? Esse é o valor que apenas as grandes almas possuem. O sonho não acabou, foi apenas adiado.
O que foi o Sport nessa Libertadores? Um azarão? Um intruso? Um fenômeno? O Sport foi Brasil, foi Nordeste, foi Pernambuco contra a América, contra o Brasil, contra o Nordeste e contra Pernambuco. A inveja das outras cores pernambucanas, o pouco caso das restantes cores nordestinas, o corporativismo das demais cores, empresas e instituições da Regiões Sul e Sudeste e, claro, a competição em si, das rivalidades, a única realmente justa.
As cores rubro-negras pintaram a América, fizeram suas vítimas em solo estrangeiro, provaram que neste sub-país chamado Nordeste, tão esquecido pelos demais, habitam seres que têm em sua garra, em sua raça, em sua capacidade de erguer, de muito pouco, o melhor que o Brasil têm para oferecer o seu tesouro. E este sub-país tem uma capital, Recife, e um grande herói, o Sport.
No final das contas, o Sport lutou contra tudo e contra todos, com um brio que me orgulha, que me faz ter prazer em dizer, sou de pernambuco, estado onde nasceu o Sport Clube do Recife. Eu, João Paulo Pontes, tricolor doente!
Parabéns, torcida rubro-negra! Um dia repetiremos vossos feitos incontestavelmente gloriosos!
Enfim, inicia-se o Campeonato Brasileiro de 2009, aquele que promete ser o melhor da história dos pontos corridos, com o repatriamento de grandes jogadores e o surgimento de outros, um campeonato que promete ser tão ou mais equilibrado quanto o do ano passado, com equipes que deverão brigar a te a última rodada pelo título nacional.
Cruzeiro, Palmeiras, Fluminense, Internacional, Grêmio, Corinthians, São Paulo e Flamengo. Esses são os clubes que deverão lutar, efetivamente, pelo título brasileiro. Um favorito? Internacional. A equipe que joga o futebol mais eficiente da América do Sul neste momento, defesa sólida, ataque avassalador, uma filosofia coletiva quase perfeita com talentos individuais fora dos padrões brasileiros. É uma pena não estar na Libertadores, seria, de longe, a equipe favorita ao título continental.
Santos, Sport e Coritiba poderão correr por fora, mas dificilmente conseguirão o título. Os três têm ótimos times, padrões de jogo bem definidos, mas a falta de um banco de reserva à altura, não os credita ao título. Uma vaga na libertadores poderá ser ocupada por um desses três clubes, mas será pouco provável.
Rebaixamento? Em 2009 a briga para não cair será tão intensa quanto para ser campeão. Aposto minhas fichas que, pelo menos, um gigante do futebol brasileiro irá disputar a Série B de 2010. Dificilmente dois dos promovidos no ano passado não cairão neste ano, por dois motivos: o primeiro, é que Barueri, Santo André e Avaí não fazem parte do cartel do Clube dos 13, o que significa receitas infinitamente menores do que o restante dos clubes (dentre os outros participantes, apenas o Náutico também não faz parte), o segundo é que o nível deste brasileirão será muito alto, e o nível de competição castigará aquelas equipes que não tenham um plantel equilibrado, com reservas à altura, e isso só se consegue mantendo uma base, o que não foi feito nessas três equipes.
Mas venhamos e convenhamos, sabemos muito bem que o brasileirão só mostra quem é quem após o fechamento da janela de transferências européias, quando alguns jogadores voltam de empréstimo aos seus clubes e outros são contratados pelos clubes do velho continente. Internacional, São Paulo, Cruzeiro e Fluminense deverão ser os clubes com maiores perdas durante este período. Se contratarem à altura, estarão de volta à briga, caso contrário, brigarão, no máximo, por uma vaga na Libertadores.
Sendo objetivo: meu palpite é Inter, São Paulo, Corinthians e Flamengo, na ponta, respectivamente e Atlético Mineiro, Goiás, Barueri e Santo André como os prováveis rebaixados.
A única certeza é que esse Brasileirão será um Brasileiraço! (Salvem os pontos corridos!!!)
Sempre que me perguntarem se, em relação à postura tática de uma equipe, sou ofensivista ou defensivista, direi: sou "equilibrista"! Mas se me perguntarem o que é mais importante no futebol, se é um bom ataque ou uma boa defesa, sem dúvida optarei pela boa defesa. Ela é a base para qualquer equipe competitiva.
Acho que já cansei de falar sobre isso, sobre a maior importância de uma boa defesa do que de um bom ataque, que o ideal é o equilíbrio, enfim, sequer falo algo novo em relação ao futebol, muito menos em relação à vida, quero falar apenas do jogo que assisti hoje (Chelsea x Barcelona) e o jogo que espero assistir no próximo dia 27 de Maio (Barcelona x Manchester), em Roma.
Viu-se no jogo de hoje, de um lado, uma equipe com uma ótima defesa e um ataque razoavelmente bom, o Chelsea, e de outro, uma equipe com um sistema defensivo razoável, porém com um ótimo sistema ofensivo. Um típico confronto “Ataque x Defesa”.
Se alguém me perguntasse se, apenas aliando os jogadores ofensivos de uma das equipes com os defensivos da outra, faria-se uma equipe imbatível, com o equilíbrio calcado na excelência, eu diria que não. Não seria uma questão apenas de peças, e sim de postura tática da equipe, e não se confunda sistema tático com postura tática. Sistemas são os números separados por traços, postura é o que é feito dentro do campo, é o que faz até um sistema com cinco zagueiros ser ofensivo.
A partida parecia um jogo de xadrez, estudada a cada minuto, o Barcelona executava a sua vocação ofensiva e o Chelsea esbanjava a sua vocação defensiva, porém ambos não davam vacilos em suas defesas e ataques, respectivamente. O gol de Essien, um dos mais belos que vi em minha vida, foi um achado. Uma faísca poética futebolística. Uma genialidade agregada à sorte. Um dos raros gols que não pode ser considerado falha de um sistema defensivo.
Após esse momento, só se viu Barça atacando e o Chelsea defendendo e contra-atacando. Expulsão injusta, penalty não dado, enfim, todos os temperos de uma grande partida estiveram em Stamford Bridge. Não poderia faltar o famigerado gol da classificação no último minuto. Seria uma injustiça dos deuses do futebol que tanto favorecem o “não” futebolístico se o Barcelona não fosse à final dessa Liga dos Campeões. O gol de Iniesta estava programado por Exú.
Porém, em Roma, o Barcelona enfrentará uma equipe quase perfeita, com um ataque e uma defesa excelentes, para mim, o favorito ao título. Bem que a minha Roma poderia fazer essa final em casa, o único problema é que ela tem tanto um ataque obsoleto quanto uma defesa fraca.
Venho através dessas mal traçadas linhas dizer que o Bola Pensante agora vai seguir um calendário: Todas as Quartas e Domingos, postarei algum artigo, por menor ou pior que seja.
Óbviamente que poderei escrever em dias que não sejam os citados acima.
Vale a pena conferir!
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O que seria da conquista sem a tragédia do outro? Teria o homem prazer de ser o vencedor sem que alguém fosse o derrotado? Sem que, sempre ao cruzar com aquele que perdeu a batalha, não surgisse aquele sentimento de superioridade indiscutível, calcado em fatos?
No último final de semana, pela maioria dos estaduais Brasil afora, campeões foram definidos, holofotes foram direcionados aos que conquistaram os títulos e o ostracismo instantâneo caiu sobre os vice-campeões, grandes guerreiros que, por talvez um pequeno detalhe, despencaram da possibilidade da glória ao limbo do esquecimento. Talvez por erros de arbitragem, talvez por má sorte, mas como dizia Epicteto, “Quando alguém tem azar, lembra-te que esse azar provém dele: afinal Deus criou todos os homens para a felicidade e para a paz.”
Mas será que há paz para um vice-campeão? E para um bi vice, um tri, então?
Para mim, a diferença entre um campeão e um vice se encaixa bem nas palavras de Alain, quando ele fala sobre a felicidade, dizendo que “A felicidade não é algo que se persegue, mas algo que se tem. Não existindo essa posse, é apenas uma palavra.” O vice é aquele que quase sentiu o gosto do título, o que os coloca com um sentimento de frustração bem maior do que aquele que ficou numa posição intermediária.
Eu sei, podem dizer que o vice fez um ótimo trabalho, foi um ótimo adversário, valorizou o título. Para o torcedor, isso não existe. Enquanto o campeão é o que ri por último e o que ri melhor, o vice é o que chora por último e, quem sabe, o choro mais doloroso: o choro do quase.
Esta é uma pequena homenagem ao companheiro de Futebol e Poesia, Andreson Falcão!
Um coração apaixonado parou de bater, talvez por ter batido demais, há aqueles que morrem de tanto viverem, de tanto amarem, de tanto se apaixonarem pelo que fazem, por esses as pessoas se apaixonam, pelo que são! Andreson Falcão era um apaixonado, reservado, inquieto em sua tranquilidade.
Assim como um falcão, tinha uma visão privilegiada das ações dentro do gramado, tinha uma visão clinica para os detalhes de uma partida de futebol, uma calma na hora de analisar o que havia de melhor ou pior em cada jogador, em cada equipe, em cada partida.
Lembranças? Lembro-me da simpatia, lembro-me da competência, lembro de que quando eu falava o nome Andreson Falcão, os elogios vinham como uma enxurrada... Lembro-me do grande companheiro de debates e opiniões inovadoras e sensatas... Um verdadeiro comentarista no mundo dos "clowns"...
A partida deste campeonato que é a vida física se encerrou, diferentemente dos campeonatos de futebol, esse nunca tem hora pra terminar, alguns se vão tarde e outros, quase sempre os melhores, cedo demais... Talvez por serem tão bons que não haveria momento adequado para irem, cem anos seria cedo demais.
Eu sei que você vai em paz, mas que não vai descansar... Vai procurar uma emissora cósmica no plano maior e montar uma equipe para cobrir os jogos onde craques como Puskas, Garrincha e Denner darão seus shows... Descansar nunca foi mesmo a sua!
Te invejo, pois agora estais a ver os jogos do anglo mais privilegiado que existe... Assim como um Falcão!
Gozo, ápice do prazer futebolístico, espera das massas, a tristeza na outra dimensão, no outro pólo da existência futebolística passiva/ativa. Torcida concretizada, amansada com o fulgor, idolatria a rainha que é agredida com chutes, socos e pontapés e que adora isso, não vive sem isso.
O escarro do goleiro batido, o vôo do goleiro favorecido, o carnaval instantâneo, nem a quarta-feira de cinzas é completamente triste, sempre há o outro lado, a outra dimensão, o outro pólo da existência futebolística passiva/ativa. Gol é amor, Gol é ódio, Gol é certidão de nascimento, atestado de óbito, perda de virgindade.
Um Gol existe antes mesmo de se concretizar, existe no mundo das idéias, todos, absolutamente todos os seres humanos já fizeram o seu Gol, metafísico e, invariavelmente, numa final de campeonato, o Gol decisivo. Nada mais emocionante, nada mais indiscutivelmente enlouquecedor, nada mais atestadamente viciante.
Nada mais existe durante um Gol, nem o banho de cerveja, nem o fedor do torcedor suado que te abraça como se fosse alguém intimo (e na verdade ele já o é) nem mesmo o bandeirinha que levanta seu instrumento querendo acabar com a alegria... perdão, ele existe, ele faz com que os segundos de alegria virem xingamentos, explosões de ódio e sentimento de injustiça...
Mas o que caracteriza um gol? E o que o descaracteriza como uma explosão de raiva, alegria paixão e ódio? Sera Ele um estupro ontológico? Uma oração macabra? Algo que acreditamos ser verdade sabendo que esta mentindo? Algo perdido entre a imensidão e a eternidade? Afinal, o que caralhos e um Gol?
Podem me dizer:
(gol (ô) sm (ingl goal) Esp 1 Ponto ou tento, no futebol, pela transposição da bola nas balizas do adversário.)
Mas só sei que Ele acontece, apenas acontece, nem sempre acontece.
O derby disputado no último Domingo (11/Jan), entre Roma e Milan, no Estádio Olímpico de Roma, deu uma boa demonstração do peso que um bom sistema tático pode exercer sobre, senão o resultado final, a impressão deixada por uma equipe em uma certa partida.
A Roma tem, hoje em dia, um elenco despedaçado. Suas principais peças foram negociadas. Sem Giuly e Mancini, que davam velocidade e mobilidade ao meio-campo, a estratégia adotada por Luciano Spaletti não tem a mesma eficácia e as contratações de Mènez e Júlio Baptista não repuseram a eficácia e letalidade que possuia o contra-ataque romano. Cicinho vem alternando boas e más atuações e vem sido preterido na lateral-direita, que tem como dono da posição o regular Casseti.
Efetivamente, a única contratação que realmente adicionou alguma qualidade na equipe foi a do noruegês Riise, que deu à lateral-esquerda Giallorossa um novo fôlego, tanto no âmbito ofensivo quanto no defensivo. Isso, junto com o retorno de Francesco Totti, (que vem sofrendo seguidas lesões e tem aparecido apenas exporáticamente na equipe) faz da equipe da Roma um time apenas razoável.
É bem óbvio, pelo menos para mim, que também falta na equipe um volante com características de marcação mais forte e roubadas de bola. Considero Danielle De Rossi, principal destaque do time nesta temporada, o melhor volante do mundo, mas, suas pricipais características são a perfeita noção de cobertura e a facilidade de sair com a bola dominada e armar jogadas.
Já a equipe do Milan tem um dos melhores plantéis do mundo e conta com alguns jogadores importantes lesionados, como Nesta e Gattuso, mas, a falta de reservas à altura compromete o sistema defensivo Russonero. A atual forma de jogar da equipe ambém dificulta o trabalho dos seus zagueiros. Por ter tantas peças ofensivas de peso (mesmo com a saída de Ronado), o Milan acaba tendo a obrigação de se jogar ao ataque e o adversário acaba por utilizar o contra-ataque utilizando jogadores que, se não são velocistas, são mais rápidos do que a envelhecida zaga milanêsa (média de idade: 35 anos).
A falta de um lateral-esquerdo mais completo e agudo de um zagueiro com mais vigor físico e de um volante mais pegador, para fazer sombra e substituir Gennaro Gattuso, quando preciso, tira da equipe Russonera a possibilidade de lutar pelo Calcio desta temporada, visto que os principais concorrentes, Juventus e Inter, têm equipes mais equilibradas, a Inter principalmente, pois têm o plantel mais cheio de opções do futebol mundial.
Na partida de Domingo, o Milan atacou e a Roma defendeu-se e contra-atacou. Poderia ser esse o resumo do jogo, se não fossem as nuâncias que fazem do futebol um esporte tão especial, principalmente se tratando de clássicos.
Apesar de toda a pressão do Milan, o primeiro tempo acabou com um placar favorável à Roma pelo oportunismo de Vucinic, mas também pela falta de mobilidade e objetividade das peças ofensivas Russoneras. No segundo tempo veio à tona aquilo que é mais importante do qualquer sistema tático: o talento somado ao objetivismo. Alexandre Pato, em menos de dez minutos, virou o jogo para o Milan. No primeiro gol, oportunismo ao escorar um cruzamento de Kaká, no segundo, o suprassumo do que é o futebol vencedor, uma vitória física, ao ganhar na corrida para o francês Mexès e, logo após, uma vitória técnica, ao encobrir, usando a perna esquerda, o goleiro Doni... um golaço!
Mesmo sendo um romanista quase que irracional, juro que sequer me lamentei ao ver este gol, e, se eu estivesse no estádio, até aplaudiria. A verdade é que, apesar da pouca idade, Pato já se mostra como um atacante completo, extremamente veloz, ótimo cabeceio, deveras habilidoso, bate tanto com o pé direito quanto com o pé esquerdo, se posiciona magistralmente e tem uma personalidade rara para alguém com a sua idade e, o mais importante de tudo, é um predestinado., em todas as estreias de sua vida marcou gols, sem duvida e um atacante ajudado pela sorte. Enfim, deixou de ser promessa, colocou Shevchenko e Inzaghi no banco e ofuscou a estréia de David Beckham, deixou de ser uma promessa para se firmar como principal atacante de um dos gigantes da Europa, resta firmar-se como titular da Seleção Brasileira. Deve-se ter paciência com o garoto e priorizar os atacantes que têm dado certo na Selação, como Luís Fabiano. Mas não é do Brasil que estamos falando, voltemos ao assunto principal.
O segundo gol de Pato, sem dúvida, abateu a Roma. Por um simples motivo: o que uma equipe que entra com uma proposta defensiva contra uma outra técnicamente superior num contexto de desvantágem no placar? Coube ao time de Spaletti avançar, tentar, apostar em suas peças ofensivas. De forma impressionante, deu certo! Um premio à Vucinic, atacante que é, hoje em dia, a salvação da Roma.
O desenrolar da partida foi, senão emocionante, empolgante. Mas terminou mesmo 2 x 2, um empate com gosto de vitória romanista, o David que quase derruba o Golias.
Nem brasileiro, nem argentino, o homem do momento do futebol mundial é um português da Ilha da Madeira, terra do grande Heriberto Hélder... seu nome? Creio que há coisas que, por serem de conhecimento público, não necessitam ser ditas (e creio que eu digo quase todas, com minha fala de prolixidade), mas o que importa é que os lusitanos tem o maior e, quem sabe, o mais marrento dos jogadores da atualidade, Cristano Ronaldo.
Podem os nacionalistas de plantão virem com um discurso pró-Kaká, dizendo que Cristiano Ronaldo ganhou o título da Fifa deste ano pelo fato de que Kaká passou boa parte do ano lesionado, isso tem seu fundo de verdade. Kaká é, táticamente, mas capaz que Ronaldo, porém, Ronaldo é dono de um dos maiores arsenais técnicos visto na história do futebol, não que o brasileiro não tenha uma imensa técnica, mas na atualidade Cristiano Ronaldo só perde para um outro Ronaldo, o Assis, o Gaúcho, desde que fique novamente em forma.
Lionel Messi, ótimo jogador, objetivo, arisco, enfim... craque! Mas quem vê o argentino atuar sente que falta algo que possamos ver e, logo após, afirmar: este é o melhor do mundo! Cristiano Ronaldo nos faz lembrar disso o tempo todo, mostra-se um jogador completo, que joga no meio, nas duas pontas e, se preciso, como atacante de área.
Assim como alguns grandes jogadores da história, o português é acusado de amarelar nas partidas decisivas (como na final da Champions League, onde, apesar de ter marcado o gol do Manchester, perdeu um Penalty). Mas quantas vezes Kaká foi chamado de "amarelão" pela torcida do São Paulo? Quantos craques não perderam penais em partidas decisivas? Adianto que não suporto Cristiano Ronaldo como ser humano, ele é um marrento odiável, não é um Romário que se dizia um predestinado por Deus da maneira mais prepotente, mas que não conseguíamos odiá-lo. Portanto, não entendam o que escrevo aqui como uma defesa em relação a um jogador que eu tenha simpatia, mas a verdade é que o rapaz é um craque e um projeto de gênio.
Quem pode tirar Cristiano Ronaldo do seu trono? Messi e Kaká têm, nos próximos anos, grandes possibilidades de revesar o trono de melhor do mundo. Como a Fifa geralmente dá o título de melhor jogador do mundo para os que ganham grandes títulos, os três grandes jogadores da atualidade dependerão também do desempenho de seus clubes para se consagrarem como o melhor do planeta, porém, vejo no brasileiro Alexandre Pato o futuro número 1 do mundo e não tenho medo de queimar a minha língua!
E quanto a Robinho? Será um eterno "quase craque" e , definitivamente, não tenho medo de queimar minha língua!
Parabéns, Cristiano Ronaldo! Parabéns, Portugal! O mundo curva-se diante do melhor jogador do mundo. Mas que seja por pouco tempo!
Na Política é Inevitável Comparações.
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Oi gente, tudo bem?
Nesta semana a gente pode acompanhar novas pesquisas de opinião da
CNT/Sensus, animando o campo progressista e dando muita dor de cabeç...
Raridade
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Título: Sistema de la filosofia : metafisica
Autor: Krause, Karl Christian Friedrich, 1781-1832; Sanz del Río, Julián,
1814-1869
Assunto: Metafísica
Publica...
A Arte da Guerra e o Futebol: Capítulo I (Parte 3)
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Dissimulação
Qualquer operação militar tem na dissimulação sua qualidade básica, no
futebol não é diferente.
Uma boa equipe que é capaz deve fingir ser ...
NOME COMPLETO: Ferenc Purczeld DATA DE NASCIMENTO: 2 de Abril de 1927 LOCAL: Budapeste, Hungria DATA DE FALECIMENTO: 17 de Novembro de 2006 LOCAL: Budapeste, Hungria ALTURA: 1,58 m POSIÇÃO: Atacante CLUBES: Kispesti FC (antigo nome do Honvéd) (1939-1944), Kispesti AC (antigo nome do Honvéd) (1944-1949), Honvéd (1949-1956), Real Madrid (1958-1967) SELEÇÃO HÚNGARA: 85 jogos, 84 gols SELEÇÃO ESPANHOLA: 4 partidas, nenhum gol TÍTULOS: Campeão Húngaro 1949, 1950, 1952, 1954, 1955 e 1956(Honvéd); Campeão Espanhol 1961, 1962, 1963, 1964,e 1965; Copa da Espanha 1962; Taça dos Campeões Europeus 1959, 1960 e 1966; Taça Intercontinental 1960 (Real Madrid); Medalha de Ouro nas Olimpíadas de 1952; Campeão Central-Europeu em 1953; Campeão da Copa dos Balkans em 1947 (Seleção Húngara) PRÊMIOS: Artilheiro do Campeonato Espanhol 1960, 1961, 1963 e 1964; Artilheiro da Taça dos Campeões Europeus 1960 e 1964 (Real Madrid); Artilheiro do Campeonato Europeu-Central de Nações 1953 (Seleção Húngara); Campeonato Hungáro 1948, 1950, e 1953; Chuteira de Ouro na Europa 1948 (Honvéd). Jubileu de Ouro da UEFA CARREIRA COMO TREINADOR: Panathinaikos (Grécia), Colo-Colo (Chile), AEK Atenas (Grécia), Sol de América (Paraguai) Cerro Porteño (Paraguai), Al-Masry (Egito), Panhellenic Melbourne (Austrália)
Dezembro - 2008
Edmundo, pára ou não pára?
Edmundo, O Animal!
NOME COMPLETO: Edmundo Alves de Souza Neto DATA DE NASCIMENTO: 2 de Abril de 1971 LOCAL: Niterói, Rio de Janeiro, Brasil ALTURA: 1,77 m POSIÇÃO: Atacante CLUBES: Vasco (1982-1986), Botafogo (1987-1989), Vasco (1990-1992), Palmeiras (1993-1995), Flamengo (1995), Corinthians (1996), Vasco (1996-1997), Fiorentina (1997-1999), Vasco (1999-2000), Santos (2000), Napoli (2001), Cruzeiro (2001), Tokyo Verdy (2002), Urawa Red (2003), Vasco (2003-2004), Fluminense (2004), Nova Iguaçu (2005), Figueirense (2005), Palmeiras (2005-2007), Vasco da Gama (2008) SELEÇÃO BRASILEIRA: 39 jogos, 12 gols (disputou a Copa do Mundo de 1998) TÍTULOS: Campeonato Carioca 1992; Campeonato Brasileiro 1997 (Vasco da Gama); Campeonato Paulista 1993, 1994; Torneio Rio-São Paulo 1993; Campeonato Brasileiro 1993, 1994 (Palmeiras); Copa América 1997(Seleção Brasileira) PRÊMIOS: Bola de Prata: 1993, 1997; Bola de Ouro 1997; Chuteira de Ouro do Brasileiro 1997; Artilheiro do Campeonato Brasileiro 1997 (29 gols); Artilheiro da Copa do Brasil 2008 (6 gols)
Novembro - 2008
Alex Aguinaga, o Pelé do Equador!
Álex Aguinaga
NOME COMPLETO: Álex Darío Aguinaga Garzón DATA DE NASCIMENTO: 9 de Julho de 1969 LOCAL: Ibarra, Equador ALTURA: 1,72m POSIÇÃO: Meio-campo (aposentado) CLUBES: Deportivo Quito (1984-1989), Necaxa (1989-2003), Cruz Azul (2003-2004), LDU (2004-2005) SELEÇÃO EQUATORIANA: 102 jogos, 20 gols (Disputou a Copa do Mundo de 2002) TÍTULOS: Copa dos Campeões da Concacaf 1995,1999; 1ª Divisão Mexicana 1994-95, 1995-96; Campeonato de Inverno 1998; Copa do México 1995 (Necaxa)
Dezembro/2008
Pro Vercelli
NOME: Unione Sportiva Pro Vercelli Calcio 1892 APELIDO: Leoni FUNDAÇÃO: 1892 ESTÁDIO: Sílvio Piola CAPACIDADE: 10.700 MAIOR ÍDOLO: Sílvio Piola (Atacante) PRINCIPAIS TÍTULOS: Campeonato Italiano (1910/1911, 1911/1912, 1912/1913, 1920/1921 e 1921/1922)
UM PASSADO DE GLÓRIAS, UM PRESENTE DE DECEPÇÕES...
A Pro Vercelli foi fundado em 1892 em Vercelli, cidade do interior de Piemonte, região de Turim. Seu primeiro nome era Società Gimnastica Pro Vercelli 1892. Aos poucos, outras modalidades esportivas, além da ginástica, foram incorporadas, entre elas o futebol.
Os "Leoni" estrearam em torneios oficiais em 1906, na Segunda Divisão. No ano seguinte, o clube Piemontês foi campeão dessa categoria, mas não subiu imediatamente. Em 1908, a Pro Vercelli protagonizou uma façanha, até hoje, inédita no Calcio. Foi campeã da Segunda Divisão e, na mesma temporada, conquistou o título da Primeira.
Em 1909-10, Internazionale e Pro Vercelli terminaram empatados na liderança, ambos com 25 pontos. O regulamento previa um jogo-desempate. A partida foi marcada para uma data que desagradou os piemonteses e, como a Internazionale não aceitou o pedido de mudança de data, a Pro Vercelli entrou em campo com uma equipe júnior, sendo derrotada por 11x3.
Anos depois a Federação Italiana, reconhecendo o erro em relação aos Leoni, decidiu que a Seleção iria adotar, como segundo uniforme, a cor branca em homenagem à Pro Vercelli.
A equipe, ao lado do Torino, foi convidada a fazer uma série de amistosos pelo Brasil. Os turineses tiveram melhores resultados. Na realidade, a Pro Vercelli decepcionou um pouco, perdendo a maior parte dos jogos. Mesmo assim, a chegada de dois clubes italianos ao Brasil inspirou a colônia do país em São Paulo. No jornal Fanfulla foi anunciada a intenção de criar um clube de futebol dos italianos que moravam no Brasil. E assim surgiu o Palestra Itália, hoje Palmeiras.
A Partir de 1934-35, os Leoni começaram a descer a ladeira, e, depois de alguns rebaixamentos, a equipe disputa atualmente a Serie C2/A, a Quarta Divisão Italiana.
Novembro/2008
Nottingham Forest
NOME: Nottingham Forest Football Club FUNDAÇÃO: 1865 ESTÁDIO: City Ground (ou Trenside) CAPACIDADE: 30.700 MAIOR ÍDOLO: Peter Shilton (Goleiro) PRINCIPAIS TÍTULOS: Liga dos Campeões da Europa (78/79 e 79/80); Supercopa da Europa (1979); Campeonato Inglês (77/78); Copa da Inglaterra (1898 e 1959); Copa da Liga Inglesa (1977/1978, 1978/1979, 1988/1989 e 1989/1990)Supercopa da Inglaterra (1978); 2ª Divisão Inglesa (1906/1907, 1921/1922 e 1997/1998)
O GIGANTE ADORMECIDO DA INGLATERRA...
O Nottingham Forest foi fundado em 1865 em Nottingham, Inglaterra e manda seus jogos no estádio City Ground, conhecido também como Trentside (por ter sido construído as margens do rio Trent, que corta parte da cidade de Nottingham), Construído e inaugurado em 1898, tem capacidade para 30.576 pessoas.
O clube alcançou o maior feito de sua história no final da década de 70 e início da década de 80, conquistando por duas vezes o maior torneio do velho continente, a Liga dos Campeões da Europa, nas temporadas 78/79 e 79/80 , além de uma Supercopa da Europa em 1979.
Um dos seus principais atletas nessas conquistas foi o goleiro Peter Shilton que, com 41 anos, jogou pela seleção da Inglaterra na Copa de 1990 na Itália.
Na distante temporada de 1908/09 aplicou a maior goleada registrada no Campeonato Inglês:12x0 sobre o Leicester Fosse.
Atualmente, o Nottm Forest disputa a League Championship (Correspondente a segunda divisão da Inglaterra). O que nos leva a uma curiosidade: O Nottingham Forest é o único campeão europeu que está na 2ª divisão de seu país.